Todas estas falhas geram o medo, uma doença da alma em si.
OS DOZE PASSOS E AS DOZE TRADIÇÕES, P. 42
“O medo bate à porta; a fé atende; nada estava ali.” Não sei a quem esta citação deva ser atribuída, mas ela certamente indica muito claramente que o medo é uma ilusão. Eu mesmo crio a ilusão. Em minha juventude eu experimentei o medo e erradamente pensava que sua mera presença fazia de mim um covarde. Não sabia que uma das definições de “coragem” é a “disposição de fazer as coisas apesar do medo.” “Coragem”, portanto, não é necessariamente a ausência do medo. Durante as horas em que eu não tinha amor na minha vida, com certeza tinha medo. Ter medo de Deus é ter medo da alegria. Olhando para trás, percebo que durante as horas em que mais temia a Deus, não havia alegria em minha vida. Quando aprendi a não temer a Deus, também aprendi a experimentar a alegria.